A deficiência de vitamina D é altamente prevalente na população idosa brasileira, afetando aproximadamente 60% dos indivíduos acima de 65 anos. Esta meta-análise reuniu dados de 18 estudos controlados e randomizados para avaliar o impacto da suplementação sobre densidade mineral óssea e incidência de fraturas.
Os resultados apontam redução de 23% no risco de fratura de quadril e 18% nas fraturas vertebrais em pacientes que mantiveram níveis séricos de 25(OH)D acima de 30 ng/mL. A dose de 2.000 UI/dia demonstrou ser a mais eficaz na manutenção dos níveis ideais.