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Neurologia: O fim do diagnóstico tardio

Neurologia: O fim do diagnóstico tardio

Nova tecnologia utiliza Inteligência Artificial para identificar biomarcadores no sangue com 98% de precisão, substituindo exames caros e invasivos.

Por Redação NeuroCiência 8 de Dezembro de 2025

O diagnóstico da Doença de Alzheimer acaba de passar por sua maior revolução. Pesquisadores brasileiros, em parceria com institutos internacionais, validaram clinicamente um exame de sangue simples capaz de rastrear a proteína tau fosforilada e fragmentos de beta-amiloide – os primeiros sinais da doença – até uma década antes de o paciente apresentar perda de memória.

Até hoje, a confirmação dependia de exames de imagem caros (PET Scan) ou punções lombares dolorosas. O novo método, apelidado de “NeuroCheck”, é minimamente invasivo e tem custo reduzido, o que permitiu sua rápida incorporação ao sistema público de saúde.

“Identificar a doença na fase pré-clínica muda tudo. Agora podemos iniciar tratamentos neuroprotetores muito antes de o cérebro sofrer danos irreversíveis”, celebra a Dra. Ana Clara Torres, neurologista chefe do estudo.

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