Novas ferramentas de IA que auxiliam profissionais de saúde.
A inteligência artificial está cada vez mais presente nas decisões clínicas do dia a dia. Algoritmos de deep learning já superam radiologistas humanos na detecção de nódulos pulmonares em tomografias e rivalizam com dermatologistas na classificação de lesões cutâneas suspeitas.
No Brasil, startups de healthtech desenvolvem soluções adaptadas à realidade epidemiológica local — desde triagem de retinopatia diabética em regiões remotas até análise automatizada de eletrocardiogramas integrada ao prontuário eletrônico.
O médico do futuro não será substituído pela IA, mas precisará colaborar com ela. A formação médica está sendo repensada em diversas faculdades para incluir literacy em ciência de dados e interpretação crítica de outputs algorítmicos.